Paolo Nutini

Lembro de ter ouvido Paolo Nutini pela primeira vez em julho de 2007, no aeroporto de Paris, enquanto eu tomava um chá de 5 horas aeroporto pra pegar o próximo vôo para Amsterdã. Pior experiência, impossível!

Naquela época eu já tinha em meu falecido iPod cerca de 20Gb de músicas que me serviram muito bem durante a viagem, mas por uma falta de sorte (ou de planejamento), a bateria do iPod acabou um pouco depois de eu ter desembarcado no Charles de Gaulle. Sim, o carregador estava dentro da mala que tinha sido despachada. A solução foi ouvir o que tocava na radio do aeroporto.

A seleção de músicas me lembrou um pouco as minhas playlists, na maioria das vezes muito desconexas, mas no meio daquilo tudo uma música em especial me chamou a atenção.

Eu já devia estar há umas 4 horas na sala de embarque doméstico do aeroporto e, naquelas condições de temperatura e pressão, eu não arriscaria o meu francês paupérrimo pra perguntar pra mademoiselle do lado qual era a música que estava tocando.

Sorte a minha de ter uma facilidade imensa para guardar letras de músicas, pois assim que cheguei em Utrecht recorri ao querido Google e, voilà, a música era Last Request, de um tal Paolo Nutini, mocinho de vinte e poucos anos que tava fazendo um certo sucesso por lá.

Corri atrás e, enfim, pude ouvir These Streets, primeiro disco do escocês de nome italiano, que havia sido lançado um ano antes (julho de 2006) e naquela altura já figurava dentre os principais charts da Europa e dos Estados Unidos. Além da linda Last Request, o disco trazia outras músicas excelentes que misturavam um pouco do pop, rock, soul e blues, como Jenny Don’t Be HastyLovin’ You e New Shoes, que também foi escolhida para a campanha internacional da Puma em 2007.

Apesar do primeiro disco ter sido muito bem recebido, Nutini só foi lançar seu segundo álbum, Sunny Side Up, em 2009. Especial destaque para o folk pop gostoso de Candy e o ska despretencioso de 10/10.

A voz rasgada do rapaz agrada bem aos ouvidos e, por explorar diferentes estilos musicais, os disquinhos de Paolo Nutini são uma ótimo opção para quem gosta de boa música e tá afim de dar uma variada no repertório.

Sobre Natália M.

Podendo ser qualquer coisa nessa vida, escolheu ser advogada (mas promete que é uma pessoa legal). É apaixonada por listas, música, livros, filmes, seriados e sorvete de pistache (sim, de pistache). Adora um parêntese, prefere os vilões do que os mocinhos, nunca quis ser bailarina, odeia explicar piada e jamais, em hipótese alguma, come feijão fora de casa (exceto se for feijoada, aí pode).
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