Foo Fighters lança clipe para Walk

Foo Fighters lançou hoje o clipe para Walk, faixa que encerra com chave de ouro o Wasting Light, que eu já falei ser um dos melhores presentes de 2011 até o momento, e uma das minhas músicas favoritas do disco.

Observação: como o canal do Foo Fighters ainda não soltou o clipe no Youtube, os links não oficiais são retirados do ar de tempo em tempo. Se o link aqui em cima não estiver disponível, pode clicar aqui que dá para assistir direto no site oficial feito especialmente pro lançamento do vídeo. Vale a pena dar uma passada lá!

No novo clipe, a banda retorna à velha e infalível técnica de fazer clipes com humor, como em Big Me, Everlong e Learn To Fly. E eu achei sensacional! Não só Dave Grohl, mas toda a banda tem uma facilidade imensa de encarnar os personagens e suas caras e bocas são impagáveis!

O enredo lembra muito o filme Um Dia de Fúria (Falling Down) de 93, dirigido por Joel Schumacher e estrelado por Michael Douglas, tipo a cena da lanchonete e do campo de golfe.

Esse é o terceiro clipe oficial saído do Wasting Light. O primeiro a ser lançado foi White Limo, a faixa mais pesada do disco, que conta com a participação especialíssima do Lemmy (do Motörhead), e em seguida veio o clipe de Rope, segunda faixa do disco.

O clipe de Walk foi liberado hoje às 13h00 (horário de Brasília) em primeira mão pela página do Facebook da banda e em menos de 1 minuto recebeu mais de 2.000 “likes” e mais de 200 comentários.

Ah, e pra quem curte Foo Fighters ficam aqui duas dicas: a apresentação ao vivo na íntegra do Wasting Light, que é uma coisa linda de se ver…

… e o documentário Back and Forth, lançado esse ano também, que vocês podem encontrar pra baixar via torrent em algum lugar por aí.

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Música Sem Frescura: Cee Lo Green

Hoje no Música Sem Frescura tem Cee Lo Green, o vozeirão por trás do Gnarls Barkley e responsável por um dos maiores hits de 2010.

Corre lá! 🙂

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Paolo Nutini

Lembro de ter ouvido Paolo Nutini pela primeira vez em julho de 2007, no aeroporto de Paris, enquanto eu tomava um chá de 5 horas aeroporto pra pegar o próximo vôo para Amsterdã. Pior experiência, impossível!

Naquela época eu já tinha em meu falecido iPod cerca de 20Gb de músicas que me serviram muito bem durante a viagem, mas por uma falta de sorte (ou de planejamento), a bateria do iPod acabou um pouco depois de eu ter desembarcado no Charles de Gaulle. Sim, o carregador estava dentro da mala que tinha sido despachada. A solução foi ouvir o que tocava na radio do aeroporto.

A seleção de músicas me lembrou um pouco as minhas playlists, na maioria das vezes muito desconexas, mas no meio daquilo tudo uma música em especial me chamou a atenção.

Eu já devia estar há umas 4 horas na sala de embarque doméstico do aeroporto e, naquelas condições de temperatura e pressão, eu não arriscaria o meu francês paupérrimo pra perguntar pra mademoiselle do lado qual era a música que estava tocando.

Sorte a minha de ter uma facilidade imensa para guardar letras de músicas, pois assim que cheguei em Utrecht recorri ao querido Google e, voilà, a música era Last Request, de um tal Paolo Nutini, mocinho de vinte e poucos anos que tava fazendo um certo sucesso por lá.

Corri atrás e, enfim, pude ouvir These Streets, primeiro disco do escocês de nome italiano, que havia sido lançado um ano antes (julho de 2006) e naquela altura já figurava dentre os principais charts da Europa e dos Estados Unidos. Além da linda Last Request, o disco trazia outras músicas excelentes que misturavam um pouco do pop, rock, soul e blues, como Jenny Don’t Be HastyLovin’ You e New Shoes, que também foi escolhida para a campanha internacional da Puma em 2007.

Apesar do primeiro disco ter sido muito bem recebido, Nutini só foi lançar seu segundo álbum, Sunny Side Up, em 2009. Especial destaque para o folk pop gostoso de Candy e o ska despretencioso de 10/10.

A voz rasgada do rapaz agrada bem aos ouvidos e, por explorar diferentes estilos musicais, os disquinhos de Paolo Nutini são uma ótimo opção para quem gosta de boa música e tá afim de dar uma variada no repertório.

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The Smiths

The SmithsJá falei sobre The Smiths aqui uma vez e sobre a minha música favorita deles, Please Please Please Let Me Get What I Want, baladinha dolorosa que saiu como lado B do single William, It Was Really Nothing, de 1984, junto com How Soon Is Now, que, como falei no outro post, sempre me remete à abertura de Charmed, aquele seriado chatinho que passava na TV.

Também falei sobre a versão que o She & Him fez para entrar na trilha sonora de (500) Dias Com Ela e que ficou bonitinha demais, mesmo porque adoro a voz da Zooey Deschanel. E, sim, eu sei que estou devendo um post sobre She & Him. Paciência, logo vem.

Mas a verdade é que decidi tirar a poeira dos Smiths uns dias pra trás e ouvir alguns discos que eu não ouvia há tempos. Na verdade, tenho me perdido nos últimos lançamentos musicais e a vontade de absorver tudo ao mesmo tempo acaba impedindo que eu dê uma parada pra ouvir bandas queridas e antigas.

There’s a Light That Never Goes Out (The Queen is Dead, 1986), apesar de ser mais animadinha, tem uma letra que é pura melancolia, característica bem marcante nas composições de Morrissey em parceria com Johnny Marr, ex-guitarrista da banda.

Na ala dos covers, destaco a versão do Noel Gallagher (ex-Oasis), que já tocou essa música várias vezes nos shows de sua turnê solo pós Oasis.

Depois do fim dos Smiths em 1987, Morrissey seguiu uma carreira solo de sucesso, com 9 álbuns de estúdio lançados, mas carregou consigo as composições sofridas, com doses de amor, morte, perda e solidão, que deixaram marcas quando ainda estava na banda.

Admito não ter ouvido todos os discos da carreira solo e confesso ter prestado mais atenção no último,  Years of Refusal, de 2009, que trouxe a ótima I’m Throwing My Arms Around Paris.

Pra quem nunca ouviu e quer conhecer um pouco mais da música do Smiths, sugiro começar pela coletânea Best… Volume I e II, de 1992, que com certeza vale a audição.

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John Fogerty

Cada dia mais se fixando como roteiro de shows internacionais, Belo Horizonte recebe no próximo dia 07/05 (sábado), John Fogerty, ex-integrante do Creedence Clearwater Revival, em turnê pela América do Sul pela primeira vez.

O músico, que toca no Rio de Janeiro um dia antes, fará apenas uma apresentação em BH, no Chevrolet Hall, e daqui seguirá para apresentações em Curitiba e São Paulo.

O Creedence foi formado por John e seu irmão Tom na década de 60 e tiveram como primeiro grande sucesso a música Suzie Q, que saiu no primeiro álbum homônimo da banda, em 1968. Esse mesmo disco trouxe a faixa I Put a Spell On You, uma das minhas músicas favoritas do Creedence.

Lembro de ter ouvido Creedence pela primeira vez por causa do meu pai e seus amigos motociclistas. Músicas como Who’ll Stop The Rain, Proud Mary e Born On The Bayou sempre tocavam nos encontros de moto que eu e meus irmãos costumávamos ir acompanhando meu pai e, inevitavelmente, caíram no meu gosto bem rápido.

O último álbum ainda com Tom Fogerty na banda foi o Pendulum, de 1970, que trouxe o sucesso instantâneo de Have You Ever Seen The Rain. Depois desse disco, Tom resolveu sair e John tentou segurar as pontas, mas o Creedence chegou ao fim após o lançamento do seu último disco, Mardi Gras, em 1972.

A banda, que continuou depois sob o nome de Creedence Clearwater Revisited, ainda faz shows por aí, mas acredito não ter a mesma força e encanto do que o Creedence da época dos Fogerty.

Honestamente, gostaria que o setlist dessa turnê do John Fogerty pelo Brasil fosse idêntico ao do show do disco Premonition, de 1998, que é impecável. Estão lá as ótimas Down On The Corner, Bad Moon Rising, Fortunate Son e Travelin’ Band, além de músicas da carreira solo, como Rockin’ All Over The World.

Os ingressos estão sendo vendidos na bilheteria do Chevrolet Hall e já se encontram no segundo lote, nos valores de R$160 (inteira) e R$80 (meia). Imperdível!

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Marcelo Camelo

Eu já tinha decidido que eu adorava Los Hermanos, gostava mesmo era do Amarante e o Marcelo Camelo, pra mim, era só um cara que pegava a Mallu Magalhães. Sim, eu sei que fui injusta com a alma e voz de uma das bandas que mais tem músicas bonitas, sofridas e poéticas do cenário “alternativo” brasileiro, mas algo aqui dentro me impedia de querer ouvir Camelo.

Depois de muito lutar contra o preconceito, resolvi, enfim, dar uma chance. Isso graças ao namorado, muito mais escolado em música do que eu (impossível não amar!), que conseguiu fazer com que eu parasse e ouvisse, atentamente, ao que Marcelo Camelo tinha a dizer. E confesso: tudo que eu ouvi foi lindo!

O primeiro disco, Sou, de 2008, não foge muito da velha temática já conhecida na banda dos hermanos. Camelo canta o amor, a solidão, a alegria e o Rio de Janeiro de um jeito que só ele sabe fazer.

Doce Solidão, quarta faixa do disco, é um passeio no calçadão de qualquer praia bonita à sua escolha num fim de tarde ensolarado. Despretensiosa, suave, emepêbê. Já Menina Bordada é um frevo delicioso e simples, e ainda arrisco dizer que é minha favorita do disco.

Copacabana é, definitivamente, uma marchinha de carnaval boa de cantar, daquelas que dá vontade de segurar a cerveja numa mão e levantar a outra com o indicador apontado pra cima e cantar “o bairro do Peixoto é um barato, e os velhinhos são bom de papo…”. E fim.

Sou ainda traz a versão de Camelo para Santa Chuva, música composta por ele, mas gravada pela primeira vez por Maria Rita no seu primeiro disco. Inclusive, tive a oportunidade de ver Maria Rita ao vivo e arrepiei com a belíssima interpretação de Santa Chuva.

Sinto que Toque Dela, lançado no início de Abril desse ano, é um disco mais repleto de felicidade do que Sou. Ainda que a solidão e as despedidas estejam todas lá, dessa vez “parece que o amor chegou aí…”, coisa que dá pra perceber claramente em Acostumar (minha favorita do disco), Pretinha, Pra Te Acalmar e Meu Amor É Teu.

Mais uma vez, nesse disco tem a versão (maravilhosa) de Camelo para Despedida, que também já foi gravada pela Maria Rita. Composição linda, linda.

Bom, acho que não me resta mais nada a não ser dizer: give Camelo a chance 😉

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Paul Is Coming Up Again

É oficial! Sir Paul McCartney vai mesmo nos dar o prazer de sua presença em terras tupiniquins no mês de maio.

De acordo com as informações liberadas hoje no site oficial, Macca fará um show no dia 22 de maio no Estádio João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro. Há rumores de um show extra, mas a informação ainda não foi confirmada.

De toda forma, recomendo prepararem seus cartões Bradesco e ficarem de olho no www.ingresso.com para garantirem seus ingressos na pré-venda que ocorre a partir da 0h de 12/04 (terça feira). A venda para o resto do público será no dia 14/04 (quinta feira).

Uma dica válida pra quem tá afim de ir: geralmente na entrada do show tem uma banca com as camisetas oficiais da Up and Coming Tour e cada uma é mais legal que a outra. Vale muito a pena levar um dinheirinho extra e comprar uma camiseta pra usar ou guardar de lembrança.

Agora a parte mais importante: o setlist. Em novembro do ano passado os setlists foram um pouco diferentes para os shows de domingo e segunda, mas ainda assim algumas músicas ótimas da carreira solo ficaram de fora como Flaming Pie e Calico Skies.

Mas se eu pudesse escolher 3 músicas pra entrar no setlist começaria escolhendo The Backseat of My Car, balada linda erroneamente interpretada por John Lennon como sendo dirigida a ele e Yoko, que encerra o disco RAM, de 1971.

Esse mesmo disco foi relançado em 1993 com duas faixas bônus, sendo uma delas a minha segunda escolha: Another Day. A música, na verdade, é o primeiro single da carreira solo de Paul e foi composta durante as sessões de gravação do Let It Be, em 1969. É também uma das minhas músicas favoritas.

Encerrando o meu sonho dourado, escolheria No More Lonely Nights, lançada na trilha sonora de Give My Regards to Broad Street, filme de 1984 estrelando Paul McCartney e Ringo Starr. E ah, quem toca guitarra na música é ninguém mais ninguém menos do que David Gilmour, ex-Pink Floyd. De novo, uma das minhas favoritas.

Bom, desejo sorte aos que irão se aventurar na compra dos ingressos terça feira. Com certeza, será o melhor show da vida de vocês.

E Paul, o Brasil é seu, meu caro! Chegue logo!

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