Velhidades x Novidades

Hoje vamos falar de versões!

Ah, sim, eu sei que hoje é dia de velhidades contra novidades, mas calma que eu chego lá.

Invertendo um pouco a ordem das coisas, a novidade de hoje é o Cake, banda californiana formada em 1991, que já lançou 5 álbuns de estúdio e mais conhecidos pelo hit Never There e Short Skirt/Long Jacket (músicas muito boas, por sinal).

Uma das músicas do último álbum, Pressure Chief, lançado em 2004, é uma versão excelente para a originalmente gravada pelo Bread, em 1972.

O Bread se formou na Califórnia em 1969 e foi responsável por hits como Make It With You, Everything I Own e a escolhida de hoje, The Guitar Man, que foi a única a chegar ao topo das paradas. Depois de muitas idas e vindas, a banda se separou definitivamente em 1997.

Bread – The Guitar Man

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Cake – The Guitar Man

Antes disso o Cake já havia feito duas outras versões de músicas conhecidas, ambas do álbum Fashion Nugget, de 1996.

A primeira delas (e a primeira de todas a estourar nas paradas) foi I Will Survive, música imortalizada por Gloria Gaynor, considerada a música disco mais famosa de todos os tempos e figurando em quase todos os charts existentes na face da terra. Curiosamente, a versão do Cake é a que a Gloria Gaynor menos gosta, só porque o John McCrea, vocalista da banda, trocou “I should have changed my stupid lock” por “fucking lock”. Então tá, né?

Gloria Gaynor – I Will Survive

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Cake – I Will Survive

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Por fim, naquele mesmo disco foi lançada uma versão de Perhaps, Perhaps, Perhaps, música escrita por Joe Davis e interpretada por um monte de artistas, inclusive Doris Day (a velhidade número 3 de hoje). A versão em inglês foi adaptada da música em espanhol Quizás, Quizás, Quizás, bolero delicioso composto pelo cubano Osvaldo Farrés e já cantada por Nat King Cole, Celia Cruz e Buena Vista Social Club.

Doris Day – Perhaps, Perhaps, Perhaps

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Cake – Perhaps, Perhaps, Perhaps


Então, acho que hoje cabe a pergunta: as versões da novidade conseguiram ser melhores ou piores que as originais velhidades?

Deixem suas opiniões e um ótimo resto de fim de semana!

Sobre Natália M.

Podendo ser qualquer coisa nessa vida, escolheu ser advogada (mas promete que é uma pessoa legal). É apaixonada por listas, música, livros, filmes, seriados e sorvete de pistache (sim, de pistache). Adora um parêntese, prefere os vilões do que os mocinhos, nunca quis ser bailarina, odeia explicar piada e jamais, em hipótese alguma, come feijão fora de casa (exceto se for feijoada, aí pode).
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