Aprendiz de Rob Fleming

Quem me conhece bem sabe que existem algumas coisas na vida que eu gosto muito. Sorvete de pistache, comida japonesa, filmes, música (jura?) e fazer listas. Exatamente por causa deste último item é que não assusta que Alta Fidelidade seja um dos meus livros/filmes favoritos. Quem não se lembra das listas de Rob Fleming? Tipo essa (genial) que lista as top 5 “side one, track one”, que já até me inspirou a fazer um post aqui no blog há um tempão.

Pois é, desde nova que eu tenho essa mania de colocar em ordem de preferência tudo que eu acho relevante colocar em ordem. Confesso já ter feito uma lista dos Backstreet Boys mais gatinhos quando eu tinha, sei lá, 11 anos, mas isso é assunto pra uma outra hora (hm, pensando bem, acho que irei poupá-los de um post sobre boy bands do início dos anos 90).

Então, fuçando aqui e ali (e graças ao twitter, mas agora não lembro quem deu a dica graças à dica do Bernardo Ruas), encontrei o 8tracks, um site bem legal pra montar playlists das mais variadas.

O site, que é meio que uma rede social musical, em que você pode seguir seus amigos e ouvir playlists elaboradas por outras pessoas (inclusive marcar suas favoritas), tem 4 regrinhas básicas:

1. Cada playlist tem que ter, no mínimo, 8 faixas;

2. Toda playlist tem que ter uma imagem (cover art);

3. A playlist só pode conter uma música de cada artista (isso, não dá pra fazer uma playlist só com músicas dos Rolling Stones, por exemplo);

4. Você deve escolher duas “tags” que se encaixam melhor com a sua playlist, e aí é só publicar.

Não preciso dizer que me empolguei de cara com a ideia e saí que nem uma louca pra criar minhas listinhas tão queridas. Convenientemente, em razão das festividades de fim de ano, as primeiras listas acabaram sendo de gosto duvidoso, mas o motivo era nobre (entreter família e amigos – uma hora dessas eu discorro melhor sobre a minha teoria da “função social da música de gosto duvidoso”). Retomando a minha consciência musical depois de alguns dias, as demais listas foram ficando melhorzinhas e, no início do ano, resolvi compilar as 10 músicas lançadas em 2012 que eu mais gostei. De Grizzly Bear a Rihanna (pasmem!), eis o meu 2012 em 10 Músicas.

Duas outras listas que ficaram legais foram as do “projeto” 10 Covers que fiz do Elton John (que faz show em BH dia 09/03 no Mineirão – eba!) e dos Smiths. Deu um trabalhinho achar covers realmente legais, mas acho que o resultado ficou bom.

Mas a playlist mais complexa de todas, à qual dei o nome de The Most Random Playlist Ever, é a minha tentativa de listar os meus artistas favoritos escolhendo apenas uma música pra entrar no ranking, só que nessa eu optei por colocar as músicas em ordem cronológica e não em ordem de preferência, senão eu passaria o resto da vida tentando decidir se Fly Me To The Moon do Frank Sinatra estaria na frente ou atrás de Movin’ On Up do Primal Scream, por exemplo, e ain’t nobody got time for that.

Ah, uma coisa boa é que o 8tracks tem app pra iPhone e Android e funciona muito bem tocando as músicas em streaming se você estiver conectado a uma rede wireless e, dependendo da sua operadora, toca direitinho se estiver conectado apenas à rede 3G.

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10 anos de Yankee Hotel Foxtrot

Hoje, dia 23 de abril de 2012, é aniversário de 10 anos do lançamento de Yankee Hotel Foxtrot, quarto disco do Wilco, banda de Chicago liderada por Jeff Tweedy, com 18 anos de carreira e 9 discos lançados.

O disco, que deveria ter sido lançado em 2001, foi negligenciado pela gravadora Reprise Records sob a justificativa de que o material gravado era anticomercial, e atualmente figura nas listas de melhores álbuns da década de 2000 da revista Rolling Stone e Pitchfork Media, reinando absoluto nas listas pessoais de alguns fãs mais ávidos, como já tive a oportunidade de testemunhar em discussões na mesa do bar.

A verdade é que YHF marcou uma grande mudança no trabalho que o Wilco vinha desenvolvendo até o Summerteeth, disco de 1999. Sair da zona de conforto, mas sem perder a essência, foi primordial para que o Wilco ousasse lançar algo um pouco mais experimental e mais desafiador.

Mas pra falar a verdade, eu demorei a prestar atenção no Wilco. Até pouco tempo eu só tinha ouvido os trabalhos mais recentes (e já achava um espetáculo). Foi graças a sexta faixa do disco que passei a abrir meus ouvidos para Jeff Tweedy e companhia. Ashes of American Flags foi a primeira música do YHT que ouvi, após um cara que eu paquerava ter mandado para eu escutar. Música lindíssima. Me ganhou de cara tanto pelos arranjos e voz de Jeff Tweedy, quanto na forma pela qual me foi apresentada. Essas coisas marcam.

I Am Trying to Break Your Heart, a primeirona que abre o álbum, pode desanimar os desavisados, mas recomendo dar uma chance e ouvir até o fim. Melodia complexa, piano marcante e uma letra poderosa já dão o recado, desde já prenunciado no título da música: o Wilco quer partir seu coração. E o farão, da melhor maneira possível. E você vai agradecer no final.

Desse disco ainda destaco Jesus, Etc., considerada pela Pitchfork Media como a 61ª melhor música da década, e I’m The Man Who Loves You, minha preferida do disco.

Roubando as palavras do querido amigo Marcelo Costa, do Scream & Yell, ao resenhar o álbum em 2002, Yankee Hotel Foxtrot é “arrebatador como poucos álbuns costumam ser hoje em dia”.

Segue abaixo o disco para ouvir na íntegra.

Ah, aproveitando o ensejo, hoje também é aniversário de 41 anos do lançamento de Sticky Fingers, 11º álbum dos Rolling Stones, que trouxe à vida clássicos como Brown Sugar e Wild Horses.

E, pra finalizar, quem comemora 21 anos de vida hoje é Time, Love & Tenderness do Michael Bolton, mas quem liga pra isso, né?

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Bob Dylan em Belo Horizonte (ou: é uma cilada, Bino!)

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Ontem foi o grande dia de atravessar a rua de casa e ir até o Chevrolet Hall para assistir ao show de Bob Dylan. Por mais que soubesse que seus shows não eram lá essas coisas, resolvi pagar para ver, afinal, fã que é fã sabe a euforia que é o anúncio de um show de seu ídolo e faz de tudo para passar alguns minutos no mesmo recinto que ele. Pois é.

Depois do caos para garantir nossos ingressos e dar “entrevista” pro jornal Estado de Minas externando minha ansiedade para o show, lá estávamos eu, o namorado e alguns amigos esperando para ver o que iria acontecer.

O show começou quase que pontualmente, com o Chevrolet Hall lotado de fãs frenéticos que a cada diminuída na luz do palco botavam os bofes pra fora de tanto gritar. Era a expectativa.

Nos primeiro acordes da música de abertura, Leopard-Skin Pill-Box Hat, gritos e aplausos, e um grunhido estranho que saía do microfone daquele senhor de chapéu em cima do palco. Qual era a música? Confesso que só fui saber hoje ao ver o setlist do show de ontem.

O cara do chapéu era Dylan, com a voz rouca e desgastada de quem já esfolou muito gogó ao longo de seus 50 anos de carreira. Mas antes fosse apenas a sua incapacidade de soltar a voz. Cada música foi apresentada de uma forma completamente desconstruída. Senti falta de instrumentos cruciais, que marcaram a história da música em álbuns como The Freewheelin’ Bob Dylan (o da capa antológica), Highway 61 Revisited e Blood on The Tracks. Onde estava o piano impactante de Ballad of a Thin Man? A gaita de Like a Rolling Stone? E o dedilhado delicioso de Desolation Row? Não tinha nada ali.

Simple Twist of Fate, minha música favorita e uma das letras mais lindas de sua carreira, foi totalmente amassagada por acordes distorcidos e descompassados, acompanhados da voz engasgada de um senhor de quase 71 anos que, em condições normais de temperatura e pressão, seria vaiado até mesmo num karaokê no centro de BH.

Uma coisa tenho que reconhecer: a banda que acompanhava Mr. Zimmerman era de responsa e conseguiu segurar o público nas músicas mais animadas como Highway 61 Revisited, Thunder on The Mountain e Rainy Day Woman #12 & 35, esta última tocada no bis.

Ao longo do show fui relembrando alguns outros shows que tive a oportunidade de ver e me surpreender positivamente, como o de John Fogerty, do Creedence, 4 anos mais novo que Dylan e com uma voz poderosa e um show espetacular. O de Johnny Winter, 3 anos mais novo que Dylan e que conseguiu fazer um dos melhores shows que eu já vi, mesmo com toda a sua debilidade. O de Paul McCartney, apenas 1 ano mais novo que Dylan e cujo show dispensa maiores comentários. Mas não havia como comparar.

Cheguei a querer ir embora, me perguntei várias vezes o que eu estava fazendo ali, pensei no dinheiro que havia gasto na compra frenética pelo último lote do ingresso. Enfim, me decepcionei.

No fim das contas o show valeu para duas coisas: ver que Dylan, no alto de sua genialidade, se encontra num ponto da vida em que ele pode se dar o luxo de simplesmente avacalhar todo o seu repertório, sem remorso algum; e de ver que estou completamente apta a participar do “Qual é a Música?” e levar o grande prêmio pra casa, porque depois do show de ontem, maestro, pode mandar 2 notas que eu acerto!

Abaixo, Dylan em 1975 tocando Simple Twist of Fate e Oh, Sister ao vivo.

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Enfim, Dylan

Fotos: Divulgação

Certamente uma das melhores notícias da semana foi a de que Bob Dylan virá ao Brasil neste semestre para uma série de shows e, como se não pudesse ficar ainda melhor, um deles será aqui em Belo Horizonte.

Então, logo pensei em retomar o blog escrevendo sobre Dylan. Mas que propriedade tenho eu, reles amante da música, para desferir qualquer palavra que descreva ou defina o senhor dos senhores, o pai do folk, uma das figuras que mais influenciou o rock como o conhecemos hoje, talvez um dos caras mais copiados e invejados do show business? Nenhuma, presumo.

Resolvi, por fim, selecionar algumas versões de músicas do Dylan cantadas por pessoas igualmente sensacionais. Versões que não distorcem a original (coisa que tenho certo pavor), mas que acrescentam um toque pessoal, para talvez tentar aperfeiçoar o que já é perfeito.

Quanto ao show, claro que irei! Talvez sua voz não esteja mais das melhores (a idade não respeita nem os gênios da música), mas o que importa é que eu estarei lá, com um sorrisão estampando no rosto a felicidade de, finalmente, ver músicas como Desolation Row, Ballad of a Thin Man e Highway 61 Revisited sendo tocadas ali, bem no quintal da minha casa.

Poucas coisas me deixam mais feliz do que a possibilidade de ver ao vivo pessoas que eu aprendi a reverenciar desde pequena.

Claro que ainda me falta muita estrada, não chego nem perto de muitos que já assistiram ao vivo praticamente todos os seus artistas favoritos. Mas chego lá, ao meu tempo. De show em show, vou construindo minha própria história musical e arrecadando, um a um, o direito de dizer “eu estava lá”.

Jeff Tweedy (do Wilco) – Simple Twist of Fate

Charlotte Gainsbourg – Just Like a Woman

Stephen Malkmus (do Pavement) – Ballad of a Thin Man

Fleet Foxes – It Ain’t Me Babe

UPDATE: Foram divulgados os preços dos ingressos para os shows aqui no Brasil, que começam a ser vendidos dia 27/02 (segunda feira). Venham pra BH 🙂

Rio de Janeiro – Citibank Hall (15/04)
Preços: R$ 800,00 (cadeira vip e camarote), R$ 700,00 (cadeira palco), R$ 600,00 (cadeira especial), R$ 550,00 (cadeira central e poltrona), R$ 500,00 (cadeira lateral). Há opção de meia entrada.

Brasília – Ginásio Nilson Nelson (17/04)
Preços: R$ 250,00 (pista premium), R$ 140,00 (pista), R$ 120,00 (arquibancada)

Belo Horizonte – Chevrolet Hall (19/04)
Preços: R$ 180,00 (1º lote – pista), R$ 200,00 (2º lote), R$ 220,00 (3º lote), R$ 240,00 (4º lote). Há opção de meia entrada.

São Paulo – Credicard Hall (21 e 22/04)
Preços: R$ 900,00 (cadeira vip e camarote 1), R$ 800,00 (camarote 2), R$ 750,00 (cadeira 1), R$ 650,00 (cadeira 2), R$ 550,00 (poltrona 1), R$ 450,00 (poltrona 2), R$ 250,00 (plateia superior 1), R$ 200,00 (plateia superior 2), R$ 180,00 (cadeira superior 3), R$ 150,00 (plateia superior – visão parcial). Há opção de meia entrada.

Porto Alegre – Pepsi On Stage (24/04)
Preços: R$ 140,00 (pista – 1º lote), R$ 180,00 (mezanino)

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Noel Gallagher’s High Flying Birds

Fotos: Divulgação

Como todo mundo sabe, já “vazou” na rede o mais novo disco do projeto solo de Noel Gallagher, intitulado Noel Gallagher’s High Flying Birds, cujo lançamento oficial na verdade está previsto para segunda-feira (17/11).

E com essa história dos discos vazarem antes da hora, acaba que todo mundo já ouviu e já falou o que tinha pra ser falado. Inclusive, já foram feitas algumas comparações até bem pertinentes desse novo álbum do Noel com os demais álbuns da carreira do Oasis.

Mas em tempos de grandes lançamentos musicais como os de 2011, e tendo em vista que o outro irmão Gallagher, Liam, também lançou o primeiro CD de sua Beady Eye no início do ano, algumas observações são inevitáveis.

A começar pelo próprio lançamento do Beady Eye que, para mim, soou muito morno e faltando alguma coisa. O que vou dizer pode ser uma grande ofensa aos fãs mais ávidos do Oasis, mas o disco do Liam me soou feito nas coxas, às pressas, como se o lançamento de um disco fosse uma corrida entre irmãos na qual Liam, obviamente, quis chegar em primeiro lugar. Uma pena.

Com o tempo a seu favor e com um cuidado maior com o seu próprio álbum, Noel apresentou uma coleção de faixas coerentes, com belas composições e melodias, que remetem a discos como What’s The Story? Morning Glory (1995) e Be Here Now (1997), de quando ainda fazia parte do Oasis.

Além de apresentar um disco muito bom, Noel ainda pôde experimentar o gostinho de lançar a sua própria trilogia videoclíptica, encadeando as histórias dos clipes dos seus três primeiros singles, If I Had a Gun, The Death of You and Me e AKA… What a Life. Este último tem a participação do ator e comediante britânico (e marido da Katy Perry), Russell Brand.

Desde que comecei a ouvir, Noel Gallagher’s High Flying Birds não pára de tocar no meu player e já entrou pra minha lista dos melhores discos do ano, juntamente com as outras boas surpresas de 2011.

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Os 15 melhores clipes de todos os tempos

Semana passada minha querida amiga Marina Magalhães postou lá no blog dela (e da família dela), o Vitrola dos Sousa, a lista com os 15 videoclipes que ela acha que são os melhores da história.

Curti demais a lista dela e concordei com vários, mas resolvi, então, fazer a minha própria lista dos 15 melhores.

Cada clipe tem um significado diferente pra mim e meu critério de escolha é super variável, pois não fiquei restrita a somente efeitos especiais e mirabolâncias do tipo.

Vamos lá…

1. Blind Melon – No Rain

Antes de tudo, sou apaixonada por essa música. Depois, a história da menininha vestida de abelha é tão comovente que fez com que o clipe de No Rain se tornasse, para mim, um dos melhores que eu já vi.

2. Foo Fighters – Big Me

Convenhamos, escolher o melhor clipe do Foo Fighters é missão impossível, principalmente depois de terem lançado o clipe de Walk, música do último disco deles que foi lançado esse ano e que eu já falei sobre aqui no blog. Eles sempre abusam da criatividade e aparecem com os clipes mais nada a ver do mundo. Mas escolhi o clipe de Big Me por tirar um mega sarro da propaganda do Mentos, e eu achei genial.

3. Madonna – Frozen

Outra que tem um currículo cheio de clipes espetaculares, mas Frozen, além de ser a melhor música do Ray of Light, me conquistou com esse visual minimalista, meio sombrio, futurista, gótico, sei lá o que. Madonna sempre manda muito bem (vide o clássico e polêmico clipe de Like a Prayer).

4. Oren Lavie – Her Morning Elegance

Já falei sobre esse cara aqui e, assumo, esse clipe é o meu queridinho. A coreografia do clipe em stop motion é extremamente sutil e casa perfeitamente com a música. Não me canso de assistir!

5. Móveis Coloniais de Acaju – O Tempo

Tudo bem que a técnica usada no clipe não é nada inovadora (filmagem em apenas um take e execução de imagens em velocidades diferentes), mas eu gosto da banda, adoro a música e como o clipe foi filmado ao vivo, entrou pra lista dos 15 melhores.

6. Chemical Brothers – Hey Girl, Hey Boy

Apesar de não ser a maior fã de música eletrônica, achei esse clipe sensacional a primeira vez que ele passou na MTV e, desde então, é um dos meus favoritos já lançados de todos os tempos.

7. Tori Amos – A Sorta Fairytale

Como eu já disse por aí, odiaria ter a cabeça grudada ao joelho. Mas o clipe da Tori Amos é muito bem filmado e, de quebra, tem a participação do Adrien Brody.

8. Arcade Fire – We Used To Wait

Também já falei sobre esse clipe aqui. Feito para rodar em sincronia com o browser Google Chrome, o Arcade Fire inovou na hora de fazer o clipe da ótima We Used To Wait, do álbum The Suburbs (2010) e combinou criatividade e interatividade com o espectador.

Dica: assiste ao clipe clicando aqui e use o Google Chrome para assistir.

9. Green Day – Walking Contradiction

Green Day é a banda de punk rock mais legal da minha época, até resolver virar alguma coisa estranha que hoje nem consigo mais ouvir. O clipe dessa música, que saiu no disco Insomniac, de 1995, tem toda uma seqüência de coisas que dão errado e que fazem desse clipe um dos mais bacanas, em toda a sua simplicidade.

10. The Offspring – She’s Got Issues

Música que saiu no disco Americana, de 1998, e um dos primeiros discos de rock que eu comprei (depois de Ten, do Pearl Jam). Adorei quando vi pela primeira vez na MTV e adoro até hoje, o clipe e a música. Sem contar que a personagem principal é a linda da Zooey Deschanel.

11. Michael Jackson – Thriller

Só pra ninguém dizer que eu deixei o Jacko de fora. Sim, ele ainda é o rei do pop, dos clipes legais e megalomaníacos, e duvido que nenhum de vocês aí já tentou fazer a dancinha de Thriller com os amigos bêbados no casamento do vizinho. Pode contar, vai…

12. Moby – In This World

Eu disse que eu não sou muito fã de música eletrônica né? Mas de Moby eu gosto, principalmente da música do clipe. E esses alienígenas pequetitos são umas gracinhas!

13. Blur – Coffee & TV

Tente não se apaixonar por essa caixinha de leite.

14. REM – Imitation of Life

O mais sensacional sobre esse vídeo é que ele foi filmado em apenas 20 segundos. O que você vê durante os 3 minutos e 57 segundos de música, na verdade, são repetições da mesma filmagem, só que cada hora focando em alguma parte do vídeo. Afinal de contas, é uma bela de uma pool party com bastante coisa pra ser mostrada!

15. The Black Keys – Tighten Up

Banda super espirituosa e com ótimos discos, mandaram muito bem no clipe de Tighten Up, que conta uma historinha super simpática. Difícil não gostar!

Sintam-se a vontade para comentar, discordar, acrescentar ou até mesmo fazer sua própria lista.

Até a próxima 🙂

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Recesso!

Queridos leitores,

O blog vai entrar em recesso por tempo indeterminado para que eu possa dar uma reformulada em alguns coisas, inclusive no layout.

Enquanto isso, fiquem com Neil Young e a lindinha Harvest Moon!

Em breve volto com mais música boa pra vocês 😉

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